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Abordagem

Como trabalho, e porquê.

Não há uma técnica que sirva para todas as pessoas. Há escuta, e ferramentas que se aplicam conforme o momento.

Filosofia

Não há uma única
resposta certa.

Cada pessoa chega à terapia com história, ritmo e necessidades próprias. O que funciona para uma pode ser exactamente o que outra não consegue tolerar.

Por isso trabalho de forma integrativa. Não me prendo a uma única abordagem. Aplico ferramentas validadas clinicamente conforme o que faz sentido em cada momento terapêutico, com a pessoa que está à frente.

Trauma exige uma técnica. Ansiedade pode exigir outra. Lutos não integrados, padrões repetitivos, processos identitários, cada um pede escuta diferente.

O que funciona, é o que se adapta a quem está à frente.
A minha abordagem

Psicologia Integrativa.

Não é uma ferramenta entre outras. É a forma como organizo o trabalho terapêutico. Combino abordagens validadas clinicamente conforme o que cada pessoa, em cada momento, precisa.

EMDR para reprocessar uma memória. Bio-Neuroemoção para compreender um padrão. Postura trauma informed sempre. Terapia Transpessoal quando o processo pede profundidade existencial. Mais cognitivo-comportamental, mindfulness, terapia de partes quando faz sentido.

A vida não cabe numa única abordagem.
A terapia também não.

01

EMDR

Eye Movement Desensitization and Reprocessing

Para reprocessar memórias traumáticas que continuam a afectar o presente. Trabalho com estimulação bilateral para integrar o que ficou bloqueado.

Quando uso
  • Trauma de evento único
  • Trauma complexo
  • Ansiedade com origem identificável
  • Lutos não integrados
02

Bio-Neuroemoção

Conexões corpo, emoção e história pessoal

O corpo guarda o que a mente esquece. Trabalho com a relação entre sintomas físicos, emoções não processadas e padrões aprendidos que se repetem.

Quando uso
  • Sintomas físicos sem explicação clínica
  • Padrões repetitivos em relações
  • Ansiedade somatizada
  • Burnout e exaustão crónica
03

Trauma Informed Practice

Postura clínica, não técnica

Não é uma ferramenta. É a base sobre a qual tudo o resto se constrói. Toda a sessão considera que o sistema nervoso pode estar em alerta, e respeita o ritmo de quem está à frente.

Quando uso
  • Sempre. Em toda e qualquer sessão.
  • É a postura, não a técnica.
04

Terapia Transpessoal

Para os processos que vão além do quotidiano

Quando o trabalho terapêutico encontra questões de sentido, identidade profunda ou momentos de transição existencial. A Terapia Transpessoal permite explorar dimensões que extrapolam a abordagem clínica tradicional.

Quando uso
  • Crises existenciais e procura de sentido
  • Processos identitários profundos
  • Fases de transição de vida
  • Integração de experiências significativas
05

Arte-Terapia

Expressão criativa como linguagem terapêutica

Há conteúdos que não cabem em palavras. A Arte-Terapia usa a expressão criativa, imagem, gesto, material, para aceder ao que está antes ou para lá do verbal, e devolver-lhe forma dentro do espaço terapêutico.

Quando uso
  • Quando as palavras não chegam
  • Trauma com componente pré-verbal
  • Bloqueios expressivos e criativos
  • Processos de auto-conhecimento e identidade
Próximo passo

Não tens de ter tudo claro para começar.

A primeira sessão é precisamente sobre isso. Vir falar do que está difícil de nomear.